A VERDADEIRA HISTORIA DA CRIAÇÃO DA LUTA REGIONAL BAHIANA DO MESTRE BIMBA
A VERDADEIRA HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DA
LUTA REGIONAL BAHIANA DO MESTRE BIMBA:
Esdras Magalhães dos Santos – Mestre Damião
Tenho comparecido a algumas exibições e encontros de Capoeira e, em contato com alguns capoeiristas, sempre ouço um comentário de que a Luta Regional do Mestre Bimba teve a sua origem influenciada pelo método do antigo e ilustre capoeirista do Rio de Janeiro ANNIBAL BURLAMAQUI (ZUMA).
Intrigado com a referida informação, passei a investigá-la incessantemente. Por sorte, chegou-me às mãos a Revista MUNDO CAPOEIRA Nº. 1, ANO I, maio de 1999. Nela, como se pode verificar no ANEXO 1 ao presente trabalho, encontra-se uma entrevista atribuída ao Professor Sérgio Luiz de Souza Vieira, Presidente da Confederação Brasileira de Capoeira, sob o título “NEM SÓ DE BIMBA É A REGIONAL”.
No texto da referida entrevista estão contidas inverdades e considerações absurdas que desejo refutar, na qualidade de antigo aluno do Mestre Bimba, na década de 1940 (46, 47 e 48), tendo com ele convivido bem de perto e como tal me familiarizado com a estória e história da criação de sua Luta Regional.
Assim sendo, irei comentar as referidas invencionices assacadas contra a memória de MANOEL DOS REIS MACHADO (Mestre Bimba), na ordem em que se segue:
PRIMEIRA:
“O capoeirista recebeu outras influências. Aprendeu uma nova forma de fazer Capoeira, de modo já desportivo, entre o final dos anos 20 e o começo da década de 1930, no Rio de Janeiro, com o capoeirista ANNIBAL BURLAMAQUI, conhecido como ZUMA.”
COMENTÁRIO:
A informação supra é uma tremenda inverdade. Mestre Bimba jamais esteve no Rio de Janeiro nas épocas citadas. Ele saiu da Bahia pela primeira vez em janeiro de 1949, trazido para São Paulo por mim, Garrido, Perez e o cantor paulista Batista de Souza, a fim de realizar exibições em São Paulo, conforme explicitado no livro “Conversando sobre Capoeira”, de minha autoria.
Retornou para Salvador-Bahia na primeira quinzena de fevereiro de 1949, de lá saindo a partir da década de 1950 para um simpósio e apresentações no Rio de Janeiro e outros Estados.
SEGUNDA:
“Quem ler o livro de ANNIBAL BURLAMAQUI vai encontrar nele a base da Capoeira Regional praticada hoje: rasteira, rabo de arraia, cabeçada, banda de frente, tesoura, suicídio e queixada, entre outros golpes, já estavam lá, muito bem explicados.”
COMENTÁRIO:
Tais declarações são de uma pobreza histórica e de uma leviandade sem limites. Quem conhece a história da Capoeira Regional sabe muito bem que ela é oriunda da antiga Capoeira Angola, também chamada por alguns historiadores de “Capoeira Mãe”.
Mestre Bimba, em entrevista ao jornal “A TARDE”, de Salvador, edição de 16 de março de 1936 (vide ANEXO 3), declara que começou a ensinar Capoeira desde 1918, e ato contínuo explicita para a posteridade como criou a sua Luta Regional. Bimba foi o melhor angoleiro de seu tempo. Já como Mestre de sua Regional, desafiou e venceu todos os adversários que se apresentaram para disputar com ele o título de Campeão de Capoeira, no antigo Parque Odeon, em Salvador, conforme registraram os jornais da época constantes dos Anexos 2 e 3 deste trabalho.
Pediria ao leitor que, por intermédio do texto e das figuras que seguem logo abaixo, analisasse pelo método comparativo a SEGUNDA invencionice, constante do parágrafo em negrito logo acima, no que tange à “acentuada semelhança entre os golpes da Capoeira Regional do Mestre Bimba e os da capoeiragem do Mestre Annibal Burlamaqui”.
Escrito por graduado dentinho às 16h37
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FUNDAMENTOS DA CAPOEIRA REGIONAL
FUNDAMENTOS DA CAPOEIRA REGIONAL
Afluente da Capoeira Angola, a Capoeira Regional é caracterizada pela agilidade de seus movimentos, bem como a variedade bem maior do que os da Capoeira Angola. Digo "afluente da Capoeira Angola" porque foi a partir dela que Manoel dos Reis Machado criou a Capoeira Regional. Inspirado nos movimentos da Angola mesclados com os do batuque, uma dança africana na qual o pai de Manoel dos Reis Machado, o senhor Luiz Cândido Machado era campeão, foi criada a "luta regional baiana", um dos títulos que a capoeira regional teve. Manoel dos Reis Machado, o Mestre Bimba, colocou mais agilidade nos movimentos da Capoeira Angola, pois queria ver um jogo alegre, festivo, acrobático e, principalmente, ágil. Colocou, também, algumas influências do batuque, dando ainda mais agilidade à luta. Tudo isto aconteceu por volta do ano de 1928 e, esta modalidade de capoeira ganhou primeiramente o nome de capoeira regional baiana por ser, na época, praticada somente em Salvador-BA e a a partir da década de 30, quando foi instituído o estado novo , o Brasil passou por uma fase de muitas transformações políticas, culturais e humanas onde a modernização era inevitável, foi aí que surgiu a oportunidade de Mestre Bimba levar o seu estilo de capoeira para as classes mais privilegiadas da sociedade e em 1936 ele fez a primeira apresentação pública de seu trabalho e um ano depois foi convidado pelo então governador da Bahia, general Juracy Magalhães para fazer uma apresentação no Palácio do Governo, onde estavam presentes várias autoridades importantes e muitos convidados de alta sociedade. Após este evento, a capoeira Regional foi reconhecida como esporte nacional e Mestre Bimba foi reconhecido pela Secretaria de Educação e Assistência Social da Bahia como professor de Educação Física e a sua academia/escola como a primeira do Brasil reconhecida por lei. O estilo regional de jogar capoeira é marcado pela rapidez de seus golpes e contra-golpes e pelo ritmo acelerado dos toques do berimbau acompanhado do atabaque e do pandeiro, é importante lembrar que numa roda de capoeira regional somente um berimbau toca, acompanhado do atabaque, de apenas um pandeiro e as palmas do povo da roda são batidas em três compassos. Somente na regional existe o toque de Iúna, que foi criado criado por Mestre Bimba para o jogo dos discípulos graduados e do mestre. Para ser um capoeira regional, Mestre Bimba exibia que a pessoa fosse bem na escola e que apresentasse o boletim escolar ou então que fosse um trabalhador com carteira assinada e que apresentasse a carteira. Esta era a forma de provar que a capoeira regional não era coisa de vagabundagem, lá haviam pessoas direitas, trabalhadores e estudantes e desta forma a regional de Bimba passou a ser ensinada em quartéis, universidades, clubes sociais e outras instituições públicas sem interferência dos "moralistas" da época. O toque de berimbau mais usado e conhecido da Regional é o São Bento Grande, mas também usa-se Cavalaria, Iúna, Amazonas, Santa Maria, Benguela, São Bento Pequeno, dentre outros. Os movimentos da Regional são diferenciados e mais variados dos da Angola e alguns dos mais rápidos e perigosos são: armada, queixada, meia lua de compasso, meia lua solta, bênção, martelo, arrastão, meia lua de frente, aú, balão rodado, joelhada, giro d e costas, arpão de cabeça, etc. A Capoeira Regional tem um método de ensino próprio que inclui uma avaliação simples do aluno para ver suas aptidões físicas, uma primeira fase de aprendizado que inclui movimentos de ataque, esquivas, contra-ataques simulando as situações que o aluno poderá eventualmente encontrar durante o jogo de capoeira, quando o mestre julgar o aluno apto nesta primeira fase, é instituída uma segunda fase, agora sim ao toque do berimbau onde o aluno aprende uma seqüência de balões, aprende a cair de forma correta, seqüência de cintura desprezada e como se desvencilhar dessas seqüências, ou seja, como sair dos ataques adversários. Cada uma dessas fases dura, no mínimo, de 6 meses a 1 ano de aprendizado pesado, sem folga, ou seja, sem moleza para o iniciante. Esta maneira era usada por Mestre Bimba e ainda hoje é usada por alguns mestres pelo Brasil afora. Porém, a maioria dos mestres de Regional usam método próprio de ensino sem deixar morrer o espírito original da Capoeira Regional. As fases seguintes são, o Batizado que é o 1º jogo público do iniciante, onde ele recebe sua "corda" de iniciante, a formatura que é uma cerimônia para os alunos que já passaram da fase de iniciante e que já estão aptos a pegar graduação de instrutor, professor, etc., existem grupos que já formaram seus primeiros mestres, o Curso de Especialização é uma fase em que eles treinamentos especiais, isolados do resto da turma, vale lembrar que esta 3º fase já não é tão usada quanto era antigamente. Dizendo melhor, raramente é usada a não ser por aquele "mestre" que queira fazer de seu aluno um capoeirista mas uma "estrelinha". Em suma, a Capoeira Regional é isto. Uma fábrica de atletas ágeis e espertos, difíceis de se pegar, bravos lutadores de uma arte que é a mais pura expressão da alegria e da rapidez e, por incrível que pareça, da Paz entre os praticantes. A Regional de Bimba é um espetáculo, uma verdadeira beleza brasileira.
Escrito por graduado dentinho às 16h30
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RODA DO MESTRE ZAMBI
RODA DO MESTRE ZAMBI COM PARTICIPAÇÃO DOS FORMADOS RENATO BATATA E MONKEY
Escrito por graduado dentinho às 16h25
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RODA DO MESTRE ZAMBI
RODA DO MESTRE ZAMBI COM PARTICIPAÇÃO DOS FORMADOS RENATO BATATA E MONKEY
Escrito por graduado dentinho às 16h23
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GRADUADOS DO GRUPO INGÁ CAPOEIRA

Escrito por graduado dentinho às 14h11
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O TERMO CAPOEIRA
O TERMO CAPOEIRA:
Sobre o nome Capoeira, é Francisco Pereira da Silva quem nos informa:
"Sempre se teve em consideração que este jogo de destreza corporal se constituía na arma com que os escravos fugidos se defendiam contra os seus naturais perseguidores, os escravocratas, representados na figura famigerada do capitão-do-mato. A luta geralmente se travava no mato, onde os pretos se homiziavam. Que tipo de mato era esse? A capoeira." (vernaculização do tupi-guarani caá-puêra: caá = mato, puêra = que já foi) "Assim, tem-se por melhor definição aquela (...) que vem no Dialeto Caipira de Amadeu Amaral: 'Capuêra, s. f. – mato que nasceu em lugar de outro derrubado ou queimado.'
Desta sorte, capoeira (forma culta de capuêra, mato), arena das primeiras escaramuças dos escravos rebeldes, teria sido o termo adotado para denominar a luta física nacional: a capoeira."
"Acontece, porém, que se trata de uma palavra de acepções numerosas, e por uma delas se designa um tipo de cesto ou gaiola de uso na guarda e transporte de galináceos. Dizem que os escravos conduziam capoeiras de galinhas ao mercado, e enquanto não se abriam as portas aos mercantes ficavam os crioulos a se distraírem no pátio exercitando o corpo no "brinquedo" terrível que havia de se tornar tão famoso. Isto acontecia no Rio de Janeiro, e o filólogo Antenor Nascentes é de opinião que, por efeito metonímico, o nome do tal balaio passou a designar também o jogo atlético e o indivíduo que o pratica. Temos, assim: capoeira = capoeirista, o lutador; e capoeira = a luta, o jogo de agilidade corporal. Por capoeiragem devemos entender: o ato de jogar a capoeira.
Escrito por graduado dentinho às 16h38
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O MACULELÊ:
Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano, cidade marcada pelo verde dos canaviais, é terra rica em manifestações da cultura popular de herança africana. Berço da capoeira baiana, foi também o palco de surgimento do Maculelê, dança de forte expressão dramática, destinada a participantes do sexo masculino, que dançam em grupo, batendo as grimas (bastões) ao ritmo dos atabaques e ao som de cânticos em dialetos africanos ou em linguagem popular. Era o ponto alto dos folguedos populares, nas celebrações profanas locais, comemorativas do dia de Nossa Senhora da Purificação (2 de fevereiro), a santa padroeira da cidade. Dentre todos os folguedos de Santo Amaro, o Maculelê era o mais contagiante, pelo ritmo vibrante e riqueza de cores.

Sua origem, porém, como aliás ocorre em relação a todas as manifestações folclóricas de matriz africana, é obscura e desconhecida. Acredita-se que seja um ato popular de origem africana que teria florescido no século XVIII nos canaviais de Santo Amaro, e que passara a integrar as comemorações locais. Há quem sustente, no entanto, que o Maculelê tem também raízes indígenas, sendo então de origem afro-indígena.
Conta a lenda que a encenação do Maculelê baseia-se em um episódio épico ocorrido numa aldeia primitiva do reino de Iorubá, em que, certa vez, saíram todos juntos os guerreiros para caçar, permanecendo na aldeia apenas uns poucos homens, na maioria idosos, junto das mulheres e crianças. Disso aproveitou-se uma tribo inimiga para atacar, com maior número de guerreiros. Os homens remanescentes da aldeia, liderados pelo guerreiro de nome Maculelê, teriam então se armado de curtos bastões de pau e enfrentado os invasores, demonstrando tanta coragem que conseguiram pô-los em debandada. Quando retornaram os outros guerreiros, tomaram conhecimento do ocorrido e promoveram grande festa, na qual Maculelê e seus companheiros demonstraram a forma pela qual combateram os invasores. O episódio passou então a ser comemorado freqüentemente pelos membros da tribo, enriquecido com música característica e movimentos corporais peculiares. A dança seria assim uma homenagem à coragem daqueles bravos guerreiros.

No início deste século (o XX), com a morte dos grandes mestres do Maculelê de Santo Amaro da Purificação, o folguedo deixou de constar, por muitos anos, das festas da padroeira. Até que, em 1943, apareceu um novo mestre – Paulino Aluísio de Andrade, conhecido como Popó do Maculelê, considerado por muitos como o “pai do Maculelê no Brasil”. Mestre Popó reuniu parentes e amigos, a quem ensinou a dança, baseando-se em suas lembranças, pretendendo incluí-la novamente nas festas religiosas locais. Formou um grupo, o “Conjunto de Maculelê de Santo Amaro”, que ficou muito conhecido.
É nos estudos desenvolvidos por Manoel Querino (1851-1923) que se encontram indicações de que o Maculelê seria um fragmento do Cucumbi, dança dramática em que os negros batiam roletes de madeira, acompanhados por cantos. Luís da Câmara Cascudo, em seu “Dicionário do Folclore Brasileiro”, aponta a semelhança do Maculelê com os Congos e Moçambiques. Deve-se citar também o livro de Emília Biancardi, “Olelê Maculelê”, um dos mais completos estudos sobre o assunto.
Hoje em dia, o Maculelê se encontra integrado na relação de atividades folclóricas brasileiras e é freqüentemente apresentado nas exibições de grupos de capoeira, grupos folclóricos, colégios e universidades. Contudo, convém registrar as observações feitas por Augusto José Fascio Lopes, o mestre Baiano Anzol, ex-aluno do mestre Bimba e professor de Capoeira na Universidade federal do Rio de Janeiro: “...neste trabalho de disseminação, o Maculelê vem sofrendo profundas alterações em sua coreografia e indumentária, cujo resultado reverte em uma descaracterização. Exemplo: o que era originalmente apresentado como uma dança coreografada em círculo, com uma dupla de figurantes movimentando-se no seu interior sob o comando do mestre do Maculelê, foi substituído por uma entrada em fila indiana com as duplas dançando isoladamente e não tendo mais o comando do mestre. O gingado quebrado, voltado para o frevo, foi substituído por uma ginga dura, de pouco molejo.
“Mais recentemente, faz-se a apresentação sem a entrada em fila. Cada figurante posta-se isoladamente, sem compor os pares, e realiza movimentos em separado, mais nos moldes de uma aula comum de ginástica do que de uma apresentação folclórica requintada.
“Deve-se reconhecer que não só o Maculelê mas todas as demais manifestações populares vivas ficam sempre muito expostas a modificações ao longo do tempo e com o passar dos anos. (...) Entendo que todas essas modificações devam ficar registradas, para permitir que os pesquisadores, no futuro, possam estudar as transformações sofridas e também para orientar melhor aqueles que vierem a praticar esse folguedo popular de extrema riqueza plástica, rítmica e musical que é o Maculelê.”
Escrito por graduado dentinho às 16h34
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INGÁ CAPOEIRA

PROFESSOR PERNA APLICANDO UM MARTELO NO GRAD. CAFÉ
Escrito por graduado dentinho às 15h42
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ASSOCIAÇÃO INGÁ CAPOEIRA

Escrito por graduado dentinho às 15h35
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CAPOEIRA EM ISRAEL

PROFESSORA NOA - GRUPO CORDÃO DE OURO ( ISRAEL )
Escrito por graduado dentinho às 15h23
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CAPOEIRA EM ISRAEL

PROFESSORA NOA - GRUPO CORDÃO DE OURO ( ISRAEL )
Escrito por graduado dentinho às 15h20
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MESTRE BIMBA ENTRE ESDRAS FILHO E MESTRE LOBÃO, EM SÃO PAULO, 1972
Escrito por graduado dentinho às 15h43
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MESTRE SUASSUNA E MESTRE LOBÃO
Escrito por graduado dentinho às 15h39
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MESTRES DA CAPOEIRA
Mestre Gildo Alfinete nasceu em 1940, em Salvador, Bahia. Com 13 anos, observava os capoeiristas do cais do porto da velha Bahia. Apaixonou-se pela arte. Por meio de seu amigo, o dr. Colmenero, ingressou na Academia de Mestre Pastinha, o Centro Esportivo de Capoeira Angola - CECA. Com Mestre Pastinha, desenvolveu grande amizade. Ocupa hoje lugar de destaque, como Presidente do Conselho de Mestres da Associação Brasileira de Capoeira Angola - ABCA, situada no Pelourinho. Lá, é responsável pelo acervo da ABCA, tendo criado o primeiro Museu de Capoeira Angola do mundo. Integrou, também, em 1966, a delegação brasileira no Premier Festival des Arts Nègres (Dakar - Senegal). Grande mestre da Capoeira Angola, recebe a todos na ABCA com muita simpatia.
Escrito por graduado dentinho às 13h53
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MESTRES DA CAPOEIRA

Raimundo César Alves de Almeida começou a praticar a Capoeira em 1964, no Centro de Cultura Física e Regional, no Terreiro de Jesus, em Salvador, com mestre Bimba. Mestre Itapoan é uma das maiores autoridades no país sobre o mestre Bimba e sua Luta Regional, juntamente com mestre Decânio. Dentista de profissão, seu currículo capoeirístico é vasto, assim como seu trabalho em prol da Capoeira. É reconhecido internacionalmente como grande estudioso das tradições e da vida dos personagens da Capoeira.
Escrito por graduado dentinho às 13h46
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